28 de fevereiro: Dia Mundial das Doenças Raras: Doença pulmonar rara requer diagnóstico precoce

28 de fevereiro: Dia Mundial das Doenças Raras: Doença pulmonar rara requer diagnóstico precoce

Boehringer Ingelheim aponta que o conhecimento sobre a doença é fundamental para que mais pacientes tenham acesso ao tratamento adequado

PR Newswire

SÃO PAULO, 28 de fevereiro de 2018

SÃO PAULO, 28 de fevereiro de 2018 /PRNewswire/ -- Definida como uma doença rara, crônica e progressiva, a Fibrose Pulmonar Idiopática (FPI) afeta os pulmões, causando cicatrizes (fibroses). Visando chamar a atenção para a condição e para as mais de 8 mil doenças raras existentes, especialistas, pacientes e sociedades médicas se unem no dia 29 de fevereiro, um dia raro que existe apenas em anos bissextos. O Dia Mundial das Doenças Raras, que acometem até 65 pessoas em cada 100 mil indivíduosii, é antecipado para o dia 28 de fevereiro em anos normais.

A Fibrose Pulmonar Idiopática tem como característica a perda da elasticidade dos pulmões, dificultando a respiração e a troca de gases. Grave, a FPI apresenta sintomas aparentemente simples, como falta de ar, cansaço e tosse seca, geralmente negligenciados ou confundidos com indícios de outras doenças pulmonares, cardíacas e sinais de envelhecimento. Por isso, o diagnóstico pode levar de dois a três anos para ser realizado corretamente.

O termo "idiopática" indica que a FPI tem origem desconhecida, mas pode ter origem genéticav, vi Porém, a doença tem diversos fatores de risco, como a poluição, poeira e fumo. Por isso, ao apresentar os primeiros sintomas, os pacientes devem procurar um especialista e, caso sejam diagnosticados, devem realizar o tratamento apropriado. Os familiares, cuidadores e pessoas próximas ao paciente são essenciais durante o processo. Porque chamam a atenção para sintomas desapercebidos em uma primeira consulta. É importante que todos conheçam a doença, para que mais pacientes possam se beneficiar do tratamento.

A Dra. Thais Melo, diretora médica da Boehringer Ingelheim, afirma que o lançamento de nintedanibe em 2016, o primeiro medicamento aprovado para FPI no Brasil, "reforça o posicionamento da companhia de gerar valor pela inovação por meio de anos de pesquisa". Antes do medicamento, metade dos pacientes não sobreviviam após três anos de diagnósticovii. O Dr. Carlos Carvalho, professor de pneumologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, reforça que "o medicamento retarda a progressão da doença em 50%",

Sobre a Boehringer Ingelheim

A Boehringer Ingelheim é uma das 20 principais farmacêuticas do mundo e possui cerca de 50.000 funcionários globalmente. Atua há mais de 130 anos para trazer soluções inovadoras em suas áreas de negócios: saúde humana, saúde animal e fabricação de biofármacos. Em 2016, obteve vendas líquidas de cerca de € 15.9 bilhões e os investimentos em pesquisa e desenvolvimento corresponderam a 19,6% do faturamento líquido (mais de € 3 bilhões). No Brasil há mais de 60 anos, a Boehringer Ingelheim possui escritórios em São Paulo e Campinas, e fábricas em Itapecerica da Serra e Paulínia. A empresa recebeu, em 2017, a certificação Top Employers, que a elege como uma das melhores empregadoras do país por seu diferencial nas iniciativas de recursos humanos. Para mais informações, visite www.boehringer-ingelheim.com.br e www.facebook.com/BoehringerIngelheimBrasil

IMPRENSA:

Bárbara Gaspar – barbara.gaspar@edelman.com  
Telefone: 11 3060 3136

Referências:

ii Ministério da Saúde. Disponível em http://portalms.saude.gov.br/atencao-especializada-e-hospitalar/especialidades/doencas-raras Acesso em 09/02/2018

v Kondoh Y, Taniguchi H, Katsuta T, Kataoka K, Kimura T, Nishiyama O, et al. Risk factors of acute exacerbation of idiopathic pulmonary fibrosis. Sarcoidosis, Vasc Diffus lung Dis. 2010;27(2):103–10.

vi Wang XM, Zhang Y, Kim HP, Zhou Z, Feghali-Bostwick C a, Liu F, et al. Caveolin-1: a critical regulator of lung fibrosis in idiopathic pulmonary fibrosis. J Exp Med. 2006;203(13):2895–906.

vii Ley B, Collard HR, King TE. Clinical course and prediction of survival in idiopathic pulmonary fibrosis. Am J Respir Crit Care Med. 2011;183(4):431–40.

FONTE Boehringer Ingelheim

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