Itaú Unibanco Holding S.A. comunicado ao mercado - IFRS - Resultados do 1º Trimestre de 2018

Itaú Unibanco Holding S.A. comunicado ao mercado - IFRS - Resultados do 1º Trimestre de 2018

Divulgação dos resultados do primeiro trimestre de 2018, de acordo com o padrão contábil internacional - IFRS

PR Newswire

SÃO PAULO, 1 de maio de 2018

SÃO PAULO, 1 de maio de 2018 /PRNewswire/ -- Apresentamos abaixo as diferenças entre nossas demonstrações contábeis em BRGAAP e no padrão contábil internacional – IFRS.

A partir de 1º de janeiro de 2018 passou a vigorar a IFRS 9, norma contábil que substitui a IAS 39 no tratamento de Instrumentos Financeiros. A nova norma está estruturada para abranger os pilares de classificação, mensuração de ativos financeiros e redução ao valor recuperável e foi aplicada de forma retrospectiva pelo Itaú Unibanco Holding.

As demonstrações contábeis consolidadas completas em IFRS, referente ao primeiro trimestre de 2018, estão disponíveis em nossa página na internet: www.itau.com.br/relacoes-com-investidores.

Comparativo BRGAAP1 e IFRS 























R$ milhões

Balanço Patrimonial

BRGAAP

Ajustes e Reclassificações 2

IFRS


BRGAAP

Ajustes e Reclassificações 2

IFRS


31-Mar-18




31-Dec-17


Ativos Totais

1,524,354

(82,947)

1,441,407


1,503,503

(67,264)

1,436,239

Disponibilidades, Compulsórios e Ativos Financeiros ao Custo Amortizado 3 4 5

1,039,613

3,222

1,042,835


1,031,742

28,310

1,060,052

(-) Perda Esperada ao Custo Amortizado 5

(35,883)

(661)

(36,544)


(36,325)

(412)

(36,737)

Ativos Financeiros ao Valor Justo por meio de Outros Resultados Abrangentes 4

109,277

(48,911)

60,366


103,538

(51,305)

52,233

(-) Perda Esperada  ao Valor Justo por meio de Outros Resultados Abrangentes 5

(3,003)

2,920

(83)


(2,892)

2,808

(84)

Ativos Financeiros ao Valor Justo por Meio do Resultado 4

317,345

(26,528)

290,817


308,570

(35,034)

273,536

Ativos Fiscais 7

54,950

(14,198)

40,752


59,648

(15,399)

44,249

Investimentos em Associadas e Entidades Controladas em Conjunto, Ágio, Imobilizado, Ativos Intangíveis, Bens Destinados a Venda e Outros Ativos

42,055

1,209

43,264


39,224

3,766

42,990









Passivos Totais

1,393,624

(88,605)

1,305,018


1,364,565

(72,683)

1,291,883

Passivos Financeiros ao Custo Amortizado 3 6

1,100,081

(78,219)

1,021,862


1,088,090

(63,506)

1,024,584

Passivos Financeiros  ao Valor Justo por Meio do Resultado 4

34,815

959

35,774


26,930

281

27,211

Perda Esperada (Compromissos de Empréstimos e Garantias Financeiras) 5

1,863

2,971

4,834


1,950

2,972

4,922

Provisão de Seguros e Previdência Privada

185,492

800

186,292


180,445

787

181,232

Provisões

19,524

-

19,524


19,736

-

19,736

Obrigações Fiscais 7

17,016

(11,554)

5,462


20,440

(12,604)

7,836

Outros Passivos

34,833

(3,563)

31,270


26,974

(612)

26,362

Total do Patrimônio Líquido

130,730

5,659

136,389


138,938

5,418

144,356

Participação dos Acionistas não Controladores

12,219

1,139

13,358


12,014

964

12,978

Total do Patrimônio Líquido dos Acionistas Controladores 8

118,511

4,520

123,031


126,924

4,454

131,378

























1 O BRGAAP representa as práticas contábeis vigentes no Brasil para as instituições financeiras, conforme regulamentação do BACEN;


2 Decorrentes de reclassificações de ativos e passivos e demais efeitos da adoção das normas do IFRS;


3 Decorrente da eliminação de operações entre a controladora e os fundos exclusivos (principalmente fundos PGBL e VGBL), que são consolidados com base nas normas do IFRS;


4 Referem-se às reclassificações de ativos financeiros entre categorias de mensuração ao valor justo e ao custo amortizado


5 Aplicação do critério de cálculo da Perda Esperada conforme modelo definido no IFRS;


6 Diferença na contabilização, principalmente da carteira de câmbio, que passou a ser apresentada como efeito líquido entre Ativos e Passivos;


7 Diferença na contabilização, principalmente dos impostos diferidos, que passaram a ser contabilizada como efeito líquido entre Ativos e Passivos em cada uma das empresas consolidadas;


8 Conciliação do Patrimônio Líquido dos Acionistas Controladores demonstrada na próxima tabela.


 Seguem abaixo os quadros com a conciliação do Resultado e do Patrimônio Líquido, com a descrição conceitual dos principais ajustes.

Conciliação







  R$ milhões


Patrimônio Líquido *

Resultado *

31/mar/2018

 1ºT/18

 1ºT/17

 BRGAAP - valores atribuíveis aos acionistas controladores

118,511

6,280

6,052

(a) Perda Esperada - Operação de Crédito e Arrendamento Mercantil e Demais Ativos Financeiros

(48)

91

(350)

(b) Ajuste ao Valor Justo de Ativos Financeiros

(367)

(75)

163

(c) Aquisição de Participação na Porto Seguro Itaú Unibanco Participações S.A.

448

(2)

(2)

(d) Critério de Baixa de Ativos Financeiros

2,291

45

77

(e) Operações de Arrendamento Mercantil Financeiro

473

(40)

(24)

(f) Outros ajustes

1,723

90

147

IFRS - valores atribuíveis aos acionistas controladores

123,031

6,389

6,063

IFRS - participação dos acionistas não controladores

13,358

168

(57)

IFRS - valores atribuíveis aos acionistas controladores e não controladores

136,389

6,557

6,006





* Eventos líquidos dos efeitos tributários








Diferenças entre as Demonstrações Contábeis em IFRS e BRGAAP

(a) Na adoção do IFRS 9 houve alteração no modelo de cálculo de perda incorrida (IAS 39) para perda esperada, considerando informações prospectivas. No BRGAAP, é utilizado o conceito de Perda Esperada de acordo com a Resolução BACEN nº 2.682/99.9

(b) No IFRS, as ações e cotas classificadas como investimento permanente foram mensuradas a valor justo e seus ganhos e perdas registradas diretamente no Resultado. Adicionalmente, houve alteração no modelo de classificação e mensuração de ativos financeiros devido às novas categorias introduzidas pelo IFRS 9.

(c) No IFRS, foi reconhecido o efeito da contabilização a valor justo da aquisição de participação na Porto Seguro Itaú Unibanco Participações S.A.

(d) Critério para baixa de ativos financeiros no IFRS considera o comportamento de recuperação.

(e) No IFRS (IAS 17) as operações de arrendamento mercantil financeiro são registradas no ativo imobilizado em contrapartida a Outros Passivos Financeiros. No BRGAAP, a partir de 30 de Setembro de 2015, as contraprestações dessas operações passaram a ser registradas no resultado de acordo com a Resolução CMN nº 3.617/08.

(f) A composição dos Outros Ajustes se dá, principalmente, pela reversão das Amortizações dos Ágios do BRGAAP.

9 Maiores detalhes nas Demonstrações Contábeis Completas do primeiro trimestre de 2018.

Para fins de comparabilidade, apresentamos no quadro abaixo o Resultado e o Resultado Recorrente para o IFRS e BRGAAP.







R$ milhões

Resultado Recorrente

1ºT/18

1ºT/17


BRGAAP

IFRS

Variação

BRGAAP

IFRS

Variação

Resultado - atribuível aos acionistas controladores

6,280

6,389

109

6,052

6,063

11

Exclusão dos eventos não recorrentes

139

(7)

(146)

123

(11)

(134)

Amortização de Ágios

146

-

(146)

125

-

(125)

Provisão para Contingências Cíveis - Planos Econômicos

(97)

(97)

-

18

18

-

Realização de Ativos e Redução ao Valor Recuperável

92

92

-

-

-

-

Outros

(2)

(2)

-

(20)

(29)

(10)

Resultado Recorrente - atribuível aos acionistas controladores

6,419

6,383

(37)

6,176

6,052

(124)

As tabelas deste comunicado apresentam os números em milhões, no entanto, as variações e somatórios foram calculados utilizando números em unidades.

São Paulo, 1 de maio de 2018.

Alexsandro Broedel 
Diretor Executivo de Finanças e Relações com Investidores

Contato:
Itaú Unibanco - Corporate Communication
55 (11) 5019-8880 / 8881 - imprensa@itau-unibanco.com.br

 

FONTE Itaú Unibanco Holding S.A.

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